segunda-feira, 7 de outubro de 2013

GEORGE SOROS EM LUA-DE-MEL. COM A ESPOSA E COM A 'INTELLIGENTZIA' BRASILEIRA

NAS NÚPCIAS DE GEORGE SOROS, SÓ FALTOU EMICIDA E MC GUIMÉ PARA ANIMAR A FESTA.

Por Alexandre Figueiredo

Há poucos dias, o magnata George Soros, um dos homens mais ricos e poderosos do mundo, se casou com Tomiko Bolton, oficializando uma relação que há tinha cinco anos. A festa recebeu, no Brasil, cobertura da revista Caras, franquia do Grupo Abril.

Mas a lua-de-mel de George Soros não é só com sua atual (e terceira) esposa, mas com o "ativismo de resultados" em voga no Brasil. Antes de mais nada, Soros é "farofa-feiro" e fora-do-eixo por excelência, sendo ele um dos homens mais "provocativos" da Economia e da geopolítica mundiais.

É ele que, surgido dos bastidores tecnocráticos do Fórum Econômico Mundial, tentou atrair para si os ativistas do evento paralelo (e ideologicamente oposto), o Fórum Social Mundial. Foi denunciado e recuou. Tentou também ser sócio da nossa Petrobras (já em comemorações pelos 60 anos), hoje empresa de capital misto, mas deixou a parte societária depois de algum tempo.

Engajado nas campanhas da intelectualidade pela bregalização do país, George Soros há muito namora escondido seus "pensadores", e fazem amor escondido também. Só que a relação é acobertada pelo véu das "verbas estatais", porque, em tese, a intelectualidade pró-brega "não" tem dinheiro para fazer documentários, eventos, teses acadêmicas, livros etc.

"Não" tem. Prestemos atenção nas aspas. Porque as verbas privadas são muito suspeitas para serem assumidas por quem defende a "humilde" bregalização de nossa cultura, aquela que joga o verdadeiro patrimônio cultural no lixo enquanto eleva a categoria de "cultura superior" o lixo cultural produzido sob o patrocínio (muitas vezes não assumido) da grande mídia.

Boa parte dessas "não-verbas" vem de George Soros, de suas empresas, e as ideias defendidas pela "provocativa" intelectualidade brasileira deixam isso claro. Reduzir a cultura popular à sampleagem aleatória e à derrubada total das regras de direitos autorais, a um mero processo de imitação e reinterpretação do que já foi feito, é fruto das ideias do negócio aberto de Soros.

A bregalização, a glamourização da pobreza e da miséria, a mistura de alhos com bugalhos em que um Itamar Assumpção é usado indevidamente para assinar embaixo até do "funk ostentação", a permanência de valores degradados nas periferias, tudo isso segue uma agenda de domesticação social tramada lá de cima pelo magnata estrangeiro.

Por isso, o casamento de Soros com sua namorada de longa data é um fato normal, dentro de seu meio social. O outro casamento, este secreto, é com a intelectualidade dominante brasileira, que prefere um Brasil mais cafona do que um país cidadão. E tais intelectuais ainda se gabam em se autoproclamarem a "fina flor do pensamento progressista". Vá entender.

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