sexta-feira, 21 de setembro de 2012

VULGARIDADE FEMININA, DESGASTE E CONFLITOS


Por Alexandre Figueiredo

A vulgaridade feminina cria um mercado tão saturado e inflacionado de tantas "musas" siliconadas e sem qualquer personalidade, que gera muitos problemas.

De vez em quando, essas musas que "mostram demais" e que são as meninas dos olhos da mídia machista - um dos principais setores lúdicos da velha grande mídia - , perdem a cabeça por qualquer coisinha, sobretudo quando umas trocam farpas com as outras.

Recentemente, a "musa do Paulistão", Lorena Bueri, disse que as paniquetes "não tem pegada" e acrescentou que seu apelo sexual é zero. Não é a primeira queixa contra as musas do Pânico na Band, que haviam recebido críticas da ex-colega Dani Bolina, que as chamou de "garotas de programa".

Recentemente, a colunista do R7, Fabíola Reipert, havia também revelado que várias musas vulgares estavam ficando "bombadas" e com a voz mais grossa, não bastasse o costume comum dessas "musas populares" de inflar glúteos e seios com silicone, dando aquele aspecto de corpo "redondo".

Duas paniquetes, Carol Belli e Carol Narizinho, reagiram irritadas à declaração de Bueri. Ambas no Twitter. Belli teria dito: "Tem biscate por aí que gosta de aparecer à custa dos outros... Querida, de você eu tenho PENA, porque não te reconheceria nem na fila do supermercado!". Narizinho, por sua vez, respondeu: "Tem gente que não sabe o que fazer para aparecer! Dica: pinta a bunda de vermelho!".

Conflitos assim, que mostram o desgaste das musas vulgares que pipocam às centenas por ano na grande mídia, estimulam todo o sensacionalismo grotesco da dita "mídia popular", favorecendo a supremacia de valores machistas e enriquecendo os barões da mídia com esse lamentável espetáculo que, no fundo, deprecia e desmoraliza a mulher brasileira.

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