sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

COM VOCÊS, GEORGE SOROS, O "DONO" DO MUNDO


O MUNDO É UM BRINQUEDO PARA O ESPECULADOR GEORGE SOROS

Por Alexandre Figueiredo

Uma das figuras mais perigosas da economia e política mundiais, uma ameaça tão perigosa quanto o trio SOPA/PIPA/ACTA é conhecida nos bastidores intelectuais, mas subestimada em sua capacidade de concentrar seu poder e dominar as sociedades do mundo inteiro.

Trata-se do empresário e especulador financeiro George Soros. É um poderoso magnata de origem húngara e que vive nos EUA. Mas, como quem brinca com bonequinhos, é um homem capaz de manipular o mundo inteiro em prol de seus interesses pessoais.

Um especulador financeiro é, em si, uma pessoa bastante perigosa. Falso profeta de crises políticas e econômicas, o especulador financeiro é capaz de derrubar empresas e governos através de seus palpites. Não se trata de um Robin Hood da economia, muito pelo contrário, mas de uma espécie de "delinquente" administrativo que fica criando factóides ou exagerando nas previsões para criar crises nas quais sai quase sempre enriquecido.

Em certos casos, o especulador financeiro acerta, mas na maioria das vezes ele representa um sério problema para a economia mundial, porque, se ele é capaz de derrubar corporações, ele também é capaz de fazer aumentar a miséria em países pobres ou então em provocar golpes militares através de turbulências políticas provocadas pelas especulações.

George Soros é o típico sujeito que, nas ficções, almeja "dominar o mundo". É um vilão de ficção científica, que, mesmo com suas distorções ou imprecisões, falava dos tempos atuais. Executivo da Soros Fund Management e da Open Society Institute, Soros (nascido Soros György) é também conhecido como teórico do chamado "negócio aberto" (open business).

Soros é uma espécie de "Cidadão Kane" do ativismo social. Mas é muito traiçoeiro, porque, no fundo, a Terra é apenas um brinquedo para suas especulações e seus investimentos, o chamado "presente envenenado" que tenta enfraquecer os movimentos sociais através da cooptação.

Uma das figuras-chave do neoliberalismo contemporâneo, George Soros, pelo seu método imprevisível de lidar com os fatos político-econômicos, criou rivalidades sobretudo com outro magnata, o empresário da comunicação Rupert Murdoch. O que não faz de Soros um herói.

Afinal, Soros possui o mesmo apetite capitalista de Murdoch, são apenas dois gigantes brigando pelo mesmo ouro, e Soros possui o agravante de querer financiar os movimentos ativistas em várias partes do mundo, para cooptá-los para seu domínio, tentando neutralizar a propagação do pensamento crítico mundial, deixando-o em limites toleráveis pelo poder político-econômico dominante.

É nesse contexto que o "negócio aberto" de George Soros influi, no Brasil, tanto a formação de uma elite neoliberal que condena os movimentos sociais quanto a de outra elite "progressista" que, a pretexto de defender os movimentos sociais, os dissolve pela manipulação ideológica.

Até que ponto o dinheiro de George Soros chega às mãos do empresariado do entretenimento popularesco é algo que merece uma investigação mais apurada. Mas sabe-se que George Soros investe na intelectualidade que apoia os "movimentos" popularescos como o tecnobrega e o "funk carioca", através de patrocínios para bolsas acadêmicas de seus ideólogos.

Soros não é uma pessoa confiável, e nem pode ser reconhecido como um "mecenas" das causas progressistas. Isso porque, até pouco tempo atrás, George Soros havia lançado o termo "ou Serra, ou caos", quando havia a campanha presidencial de 2010. Tentou mudar o discurso, depois que Serra foi derrotado, até para estar em dia com sua "nova" postura, pretensamente "esquerdista".

Sim, talvez George Soros seja hoje o maior pseudo-esquerdista do mundo. Mas não nos iludamos com isso. Soros não passou para o lado socialista. Seu ideal de "negócio aberto", sobretudo no Brasil, envolve conceitos que, na prática, desregulam o mercado de trabalho a pretexto da "flexibilização". São as mesmas ideias que a gente via no programa adotado por Fernando Henrique Cardoso, por exemplo.

Portanto, é bom que o Brasil tome muito cuidado com George Soros. Antes que ele, sozinho, consiga eleger o sucessor que ele quiser para 2014.

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