segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ASSANGE: PROMOTORA SUECA SERIA "ANTI-HOMEM"



COMENTÁRIO DESTE BLOG: No seu primeiro dia de julgamento de extradição, Julian Assange teme que a acusação de estupro, que o fundador do Wikileaks julga vazia de sentido, seja explorada de forma leviana para agravar sua condenação. A audiência durará dois dias e há o risco de que, se Assange for extraditado para os EUA, ele possa sofrer a pena-de-morte e ainda ser vítima de uma campanha difamatória da grande imprensa, identificada com os interesses do Pentágono e da Casa Branca.

Promotoria sueca seria "anti-homem"

Por Natália Viana - Blog Carta Capital Wikileaks

No primeiro dia de julgamento da extradição de Julian Assange, a defesa se concentrou em demonstrar a possiiblidade de que Julian não teria Justiça se fosse enviado à Suécia.

Além do fato de que o processo na Suécia correria em segredo de justiça e que o julgamento não seria aberto, a defesa trouxe uma juíza sueca para depor.

A juíza aposentada Brita Sundberg-Weitman, professora da Universidade de Estocolmo, disse não entender a atitude da procuradora sueca Marianne Ny, que pediu a prisão de Assange. Ela acusou Ny de ter uma visão “anti-homens”. Além disso, afirmou que a procuradora “acredita piamente que todo acusado é culpado”.

“Acho que ela está tão preocupada com a situação de abuso contra as mulheres que ela perdeu a isenção.”

Na saída do tribunal, Assange disse que as acusações são “vazias”, como uma “caixa preta”. “Um processo como esse te ajuda a entender quem são seus amigos”, disse, emocionado.

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